Somos dois primos.
Hoje o meu primo é o meu sócio, e eu sou o sócio dele.
O nome do app vem daí.
Dois primos que sempre quiseram algo a mais. A gente não olha esse problema de fora: é a nossa massa. Somos o microempresário que quer saber para onde o dinheiro está indo, conseguir guardar um pouco no fim do mês, crescer — e resolver as coisas sem depender dos outros.
Quando um trava numa conta, o outro senta junto. Não tem hora marcada, não tem consulta, não tem vergonha de perguntar. É isso que a gente está tentando colocar dentro de um aplicativo: para quem não tem um primo com quem conversar.
O que o Meu Sócio Gestor quer ser
Um companheiro do dono, não mais um sistema para você alimentar. Alguém a quem perguntar “posso tirar esse dinheiro do caixa?” antes de tirar, “quanto sobra se eu vender por esse preço?” antes de fechar, e “quanto vou pagar se demitir?” antes de decidir.
Quem tem sócio faz essas perguntas em voz alta, de graça, o tempo todo. Quem toca sozinho descobre a resposta depois — e às vezes descobre caro.
De onde saem os números
Nenhum valor é escrito à mão numa tela. Toda quantia sai de uma função com teste, e toda alíquota — INSS, FGTS, as faixas do Simples — mora num arquivo só, para não existirem duas versões da mesma regra brigando dentro do app.
E cada conta aparece linha por linha, de propósito. Um total sozinho é uma afirmação; as linhas são uma conta que você leva ao seu contador e confere item por item. É assim que o número deixa de ser marketing e vira informação.
O limite, dito na cara: são estimativas. O RAT varia de 1% a 3% conforme a atividade, acordo e convenção coletiva mudam a conta, e caso específico é caso específico. O Meu Sócio Gestor não substitui contador — ele te deixa chegar na conversa sabendo do que se trata.
O que a gente escolheu não construir
Confiança se mede pelo que alguém deixa de fazer podendo fazer. Estas quatro decisões já estão tomadas, e estão no código:
- A sua tela não é filmada
Existe uma tecnologia comum que grava a tela de quem usa o app, para a gente assistir depois. Ela está desligada aqui, e não por esquecimento: filmaria o seu faturamento, a sua folha e o nome dos seus funcionários.
- Quando algo quebra, o seu dado não vai junto
O relatório de erro sai daqui sem CPF, CNPJ, telefone, e-mail ou chave — tudo isso vira marcador antes de sair. O que quebrou é problema nosso; quem estava usando não é assunto de mais ninguém.
- Não existe campo dizendo quem trabalha sem carteira
Seria o campo mais natural do mundo de criar, e é o que mais faz falta não existir. Um banco de dados nosso com nome, valor e data de pagamento informal viraria prova pericial contra o cliente que confiou na gente. Por isso a calculadora de custo de registrar não pergunta nada e não guarda nada: ela é um “e se” que roda no seu navegador e some quando você fecha a aba.
- As calculadoras não pedem cadastro
Rescisão, férias, impostos e preço estão abertas, sem conta e sem limite. É para você conferir a qualidade das contas antes de entregar o seu e-mail — e não o contrário.
O que ainda vamos fazer
Estas duas ainda não são verdade. Estão aqui como compromisso, com nome e prazo, e não como enfeite — se um dia esta página disser que já são, é porque são.
- Toda alíquota conferida por um contador antes de virar número na sua tela
Hoje elas saem da legislação e ficam num arquivo só, com teste. Mas conferido por gente da área ainda não está — e onde é estimativa, a tela diz que é.
- Número errado a gente conserta e avisa quem viu
Se uma conta nossa sair errada, o conserto é o mínimo. O compromisso é o resto: avisar quem tomou decisão com o número errado, em vez de corrigir em silêncio e torcer para ninguém notar.
Antes de confiar, confira
Não precisa acreditar na gente pela palavra. As calculadoras estão abertas, sem cadastro: faça uma conta que você já sabe de cor e veja se bate.